
De que forma o poder financeiro internacional vem capturando serviços públicos estratégicos?
Pra que(m) serve ser economista?

Carlos Gadelha reflete sobre como integrar economia, saúde e tecnologia em um projeto de desenvolvimento mais justo, democrático e comprometido com a vida.
Uma economia a serviço das pessoas

O SUS vem propondo um modelo de desenvolvimento econômico puxado pela política social. Nesta edição, deciframos essa abordagem que explicita o caminho a seguir para um país mais rico e justo.
Nessa seção veja as colunas:
O SUS é o futuro
Os desafios da economia da saúde
A política industrial na prática
E os outros direitos?
Capa CC4

Veja mais sobre esta edição
Para que(m) serve ser economista?

Hildete Pereira de Melo relembra sua trajetória na economia feminista e fala sobre igualdade salarial, política e os desafios das mulheres no Brasil.
Imaginar o futuro

A ascensão da inteligência artificial aprofunda a precarização do trabalho e desafia o desenvolvimento e a igualdade na América Latina.
Comércio desigual em nova embalagem

O acordo Mercosul-União Europeia reacende o debate sobre os riscos à indústria brasileira e os impactos na desigualdade comercial entre os blocos.
A conta do clima

Como um modelo de financiamento guiado pela rentabilidade pode enfrentar a emergência climática sem aprofundar as desigualdades?
Economia do Cuidado

Construir uma sociedade do cuidado exige políticas públicas, financiamento justo e valorização de quem sustenta a vida cotidiana.

Agroindústria familiar cresce no Nordeste com cooperativas e laticínios locais, fortalecendo pequenos produtores frente ao avanço do agronegócio.